Edição #4 – 27/08/2021
SOBRE OS JOGOS

Para cego ver: Lora Webster, jogadora americana, com marido e os três filhos
Atleta já escondeu barriga e agora disputa Paralimpíadas grávida de 5 meses.
Veja mais
Jogos de Tóquio- 2020 testam ‘gota seca de sangue’ na coleta do antidoping.
Veja mais
Tóquio tem mãe e filha competindo ao mesmo tempo em esportes diferentes.
Veja mais
Parceiro dos Jogos Paralímpicos, fornecedor líder mundial em prótese fornece serviços de reparo de equipamentos para atletas.
Veja mais
GOALBALL
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2021/v/2/mtRNNsRAC7XCPA0L9EQA/51267702387-41c430803d-k.jpg)
Para cego ver: Atleta Ana Custódio em foto frontal, agachada na quadra, com o gol atrás.
Seleção brasileira feminina demonstra poder de reação e arranca empate com japonesas.
Veja mais
TRANSMISSÃO
SportTV faz transmissão das Paralimpíadas usando narração para “cego ver”.
Veja mais
ATLETISMO
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2021/b/u/wYQLtzRNWX6iAO4Ron3w/gettyimages-1336651310.jpg)
Para cego ver: Foto do atleta Petrúcio Ferreira dos Santos carregando bandeira brasileira em suas costas no interior de estádio.
Petrúcio Ferreira é ouro nos 100m T47 com recorde paralímpico; Washington Jr é bronze.
Veja mais
A primeira medalha de ouro do atletismo nas Paralimpíadas é brasileira, nos 500m metros T11.
Veja mais
Brasil vai a quatro finais no atletismo e chega à 90ª medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos nesta madrugada
Veja mais
Britânica Kadeena Cox defende título paralímpico
Veja mais
NATAÇÃO

Para cego ver: Atleta Daniel Dias, vestindo uniforme da delegação brasileira, posa com sua medalha de bronze, sorrindo no pódio de Tóquio.
Por que as mudanças na classificação funcional vêm afetando Daniel Dias, dono de três bronzes em Tóquio.
Veja mais
Brasil tem 6 nadadores na piscina nesta sexta.
Veja mais
Wendell Belarmino conquista mais uma medalha de ouro para a natação brasileira.
Veja mais
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2021/t/a/yP5fR1SRyDtmpbmowuUA/whatsapp-image-2021-08-27-at-06.56.19.jpeg)
Para cego ver: Atleta Gabriel Bandeira sorri, no pódio, vestindo uniforme da delegação brasileira, enquanto segura em uma mão a medalha de prata recebida e em outra mão o mascote dos Jogos Paralímpicos.
Gabriel Bandeira é prata nos 200m livre nas Paralimpíadas de Tóquio e Maria Carolina Santiago é bronze nos 100m costas S11.
Veja mais
Carol Santiago conquista medalha de bronze nos 100m costas S12
Veja mais
Anastasia Pagonis fala sobre ataque de pânico antes do recorde mundial de vitória na natação.
Veja mais
SALTO EM DISTÂNCIA
Silvania Costa é bicampeã paralímpica.
Veja mais
TÊNIS

Para cego ver: Atleta Cátia Oliveira, sentada em cadeira de rodas, jogando tênis de mesa.
Brasil tem medalha garantida com Cátia Oliveira no tênis de mesa.
Veja mais
JUDÔ
Brasileiros estreiam com derrota no judô.
Veja mais


Para cego ver: Seis atletas da seleção brasileira feminina de vôlei sentado comemoram dentro de quadra.
Voleibol Sentado
A Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes (CBVD) é quem administra a modalidade do nosso país.
No vôlei sentado, homens e mulheres que possuem deficiência física ou relacionada a locomoção podem participar.
A equipe vencedora será a que ganhar em três sets.
As deficiências elegíveis para a prática da modalidade são: déficit de força muscular, déficit de amplitude de movimento passivo, diferença no comprimento das pernas, deficiência de membros, ataxia, atitude e hipertonia.
Há duas classificações – VS1 e VS2, observando o grau de limitação ocasionado pela deficiência.
A classe VS1 é reservada aos atletas com amputação e/ou limitações de locomoção. Já a classe VS2, pertence aos atletas que possuem deficiência mínima, por exemplo, pequenas amputações nos membros.
Como todo esporte, o voleibol sentado tem suas especificidades e regras a serem seguidas.
Esta é mais uma modalidade que vem crescendo no paradesporto.
Por: Ana Freire

Sábado – 28/08
1h15 – Goalball (Makuhari Messe Hall C)
2h – Vôlei Sentado (Makuhari Messe Hall A)
2h45 – Basquete Em Cadeira De Rodas (Musashino Forest Sport Plaza)
4h – Bocha (Centro De Ginástica Ariake)
4h – Judô (Nippon Budokan)
4h30 – Tênis De Mesa (Ginásio Metropolitano De Tóquio)
4h30 – Esgrima Para Cadeira De Rodas (Makuhari Messe Hall B)
5h- Hipismo (Parque Equestre)
5h – Natação (Centro Aquático De Tóquio)
5h30 – Tiro Com Arco (Campo De Tiro Com Arco Do Parque Yumenoshima)
7H00 – ATLETISMO (ESTÁDIO OLÍMPICO)
8H30 – BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS (MUSASHINO FOREST SPORT PLAZA)
18h30 – Triatlo (Odaiba Marine Park)
20h30 – Esgrima Para Cadeira De Rodas (Makuhari Messe Hall B)
21h – Tiro Com Arco (Campo De Tiro Com Arco Do Parque Yumenoshima)
21H – GOALBALL (MAKUHARI MESSE HALL C)
21h – Basquete Em Cadeira De Rodas (Musashino Forest Sport Plaza)
21h30 – Atletismo (Estádio Olímpico)
21h30 – Bocha (Centro De Ginástica Ariake)
21h30 – Remo (Canal Da Floresta Do Mar)
22h – Vôlei Sentado (Makuhari Messe Hall A)
22h- Tênis De Mesa (Ginásio Metropolitano De Tóquio)
22h30 – Judô (Nippon Budokan)
23h00 – Tênis Em Cadeira De Rodas (Ariake Tennis Park – Quadra Central)


Coordenação: Gustavo Delbin e Mariana Chamelette.
Organização: Gabriel Bellon e Matheus Laupman.
Colaboração e Pesquisa: Ana Freire, Débora Passos, Fernanda Chamusca, Fernanda Soares, Gabriel Bellon, Gabriela Messetti, Giulianna Selingardi, Igor Kruger, Maria Gabriela Junqueira, Matheus Laupman e Renato Renatino.
IBDD, 2021.
[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

